“Se caíres 7 vezes, levanta-te 8”
É exatamente esta capacidade de lidar com as adversidades que nos permite levantar 8 vezes, 80 vezes, infindáveis vezes.
Para uma verdadeira transformação, o primeiro passo é o autoconhecimento, ou conhecimento de ti, encontrando resposta para uma questão complexa: “Quem sou eu?”
A autoestima de uma forma simples, entende-se como a avaliação que a pessoa faz de si mesma, ou seja, as crenças e opiniões que temos sobre nós próprios e sobre o valor que acreditamos ter enquanto pessoa. Assim, a autoestima é um preditor fundamental para avaliar o bem-estar psicológico e o equilíbrio emocional.
Durante um pico de ansiedade pode-se sentir “como se estivesse a enlouquecer”, o que não significa que está efetivamente a enlouquecer ou a perder o controlo. Podem surgir sensações de despersonalização e desrealização com as quais se poderá sentir brevemente desconectado de si mesmo e do mundo que o rodeia, mas é uma sensação transitória.
A nossa mente está programada a repetir aquilo que conhece, na chamada zona de conforto. Todos os comportamentos repetidos sistematicamente criam um “caminho” neuronal, transformando-se em hábitos, muitos deles automatizados. Mas é também a forma como encaramos a desconstrução de hábitos, que muitas vezes nos impede de os mudar.
Quando questionado numa entrevista, sobre qual era o maior problema da sociedade contemporânea, o Mestre Budista Tulku Lobsang Rinpoche respondeu: “O medo… o medo é o assassino do coração humano porque com medo é impossível ser feliz e fazer felizes os outros.