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Grupo de jovens adultos a sorrir e conversar descontraidamente numa sala de aula, transmitindo leveza, boa disposição e espírito de partilha.

Não te leves tão a sério!

Socialmente somos treinados a levar tudo a sério. A escola é séria, o trabalho e o dinheiro definem a nossa vida, nas relações sociais devemos seguir o protocolo.
Estrada longa rodeada de árvores com folhas de outono, simbolizando o desapego e o caminho para um novo começo.

Não te apegues ao que te apaga

Quantas vezes não ficamos agarrados a situações do passado? Agarrados a sentimentos de raiva, frustração pelo que não temos, tristeza pelo que perdemos, ressentimento pelo que nos fizeram, até pena de nós próprios.
Mulher com as mãos na cabeça em postura de angústia, representando um momento de ansiedade ou ataque de pânico.

Já sentiu medo do medo?

Imagine que se sente ansioso…mais…. mais… ainda mais, o seu coração parece que salta do peito, o ar está rarefeito, uma sensação de alheamento, como se estivesse num sonho (ou mais propriamente num pesadelo), uma linha ténue entre realidade e alheamento, distância…as mãos trémulas e húmidas, um desespero que se apodera de si, não consegue pensar racionalmente, sente-se a sufocar em pensamentos à velocidade da luz, o medo…muito medo….o medo de enlouquecer, de morrer, de perder o controlo, o medo do medo apodera-se de si e só quer que isto pare.
Mulher assustada encolhida dentro de uma caixa de papelão, simbolizando sensação de aprisionamento e pânico.

Estratégias para lidar com um ataque de pânico

No ataque de pânico a palavra de ordem é medo. Os ataques de pânico são crises de ansiedade súbitas, delimitadas no tempo, o que significa que têm um início, um desenvolvimento que atinge um pico máximo (regra geral entre 10 e 20 minutos) e têm um fim.
Pessoa sorridente a entrar em casa depois de férias, com mala ao colo e expressão de leveza, simbolizando regresso tranquilo à rotina.

Dicas para regressar à rotina sem stress

Prolongar as férias, por mais uns dias, seria fantástico para a grande maioria de nós, estou certa! Só que não. Elas são finitas e voltar às rotinas também é importante, caso contrário como sentiríamos tanto prazer e satisfação durante o período de férias se ele não fosse diferente dos restantes dias?